Sobre o Blog

PS: Post atualizado em 08/06/16 com adição das Categorias.

Eu decidi fazer este post por motivos bem simples (e por questões práticas eu não vou enumera-los aqui). Em teoria, era pra ele ter sido o primeiro post do blog. Faria mais sentido, mas isso não importa. Nem sempre coisas boas tem o sentido que supostamente deveriam ter. Ladainhas introdutórias a parte, o objetivo deste post é explicar quem é este que vos escreve e o porque de este blog existir. Além de baboseiras sobre mim, aqui encontraram a apresentação de um grande amigo, conselheiro e o que mais importa pra vocês: O coautor deste blog.

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Meu alter ego em Fallout 4 refletindo sobre a existência do blog.

  • Sobre Mim(@JVNobre)
  • Eu sempre quis ser “escritor profissional”. Não com o mesmo afinco de hoje, mas sim, sempre gostei de escrever e ler. Fui educado e tive oportunidades – das quais sou muito grato – que visavam o ensino militar e o conforto e a seguridade que ele ofereceria. Mas tirando as fardas e o “prestígio” o militarismo não era a minha praia. Não havia algo que me instigasse de verdade. E eu não queria me prender a algo assim ‘tão cedo’. Era uma decisão importante demais- e eu, esperançoso demais. Ainda sou.

Diferentemente do militarismo, sempre existiu algo que me deixava extasiado em relação a escrita: sua atemporalidade. Creio que esse seja um dos fatos mais triviais conhecidos pelo homem. Tudo bem, manuscritos foram perdidos ao longo do tempo, culturas foram esquecidas e destruídas, textos foram adulterados e interpretados erroneamente, mas mesmo assim, a mensagem permanece. Assim como a trivialidade do fato, este é um dos clichês mais irremediáveis que existem.

Quando se escreve um texto, seja lá de qual gênero ele for, você transpõe um pedaço de si a ele. E nem que apenas uma pessoa leia aquilo que você escreveu, esse seu “pedaço” presente no texto ira se mostrar a ela. É inevitável. E é essa pessoalidade que me atrai. Nunca me contentei apenas em ler. Não conseguia segurar a vontade de fazer o mesmo, de expor minhas ideias e meus pensamentos. De criar algo único. E então eu escrevia. E continuo escrevendo.

LifeIsStrange 2016-03-03 03-56-01-48

Esse sentimento é tão complexo e tão intrínseco que arrisco a dizer que seja ele que gera todo trecho de texto que foi ou será escrito. Essa necessidade incontrolável de expor uma ideia, um pensamento, uma perspectiva. Você não consegue expressar, explicar. É indescritível. E dessa ‘indescritibilidade’ nascem universos inteiros; mundos, histórias e obras das mais memoráveis possíveis.

É esse conceito – confuso a princípio- que me move. Essa força motriz quase que implacável é o que me faz escrever. E é a partir dessa concepção que nasce esse blog. É transpor experiências em palavras, independente do turbilhão sinestésico que isso possa gerar.

Sou Josuá Ventura Nobre, tenho 19 anos e curso Filosofia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Carioca, cinéfilo, leitor assíduo, guitarrista aéreo profissional (toca violão sofrivelmente), gamer, metaleiro, hipster, alérgico a abelhas e seus derivados e o que mais couber nesses estereótipos. Poeta de bar e crítico de botequim formado com mérito por matar garrafas de Dreher e White Horse sozinho. Bem vindos ao meu blog.

Coautor:

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Olá leitores. Primeiramente queria registrar meu agradecimento pelo convite feito pelo escritor do post e meu amigo a iniciar uma coautoria nesse blog em expansão. Compartilhamos desde sempre – praticamente – o mesmo gosto pela escrita e diversos outros pela arte e cultura pop em geral. Da forma mais clara e diversa possível, espero escrever sobre temas que vierem a mente mas principalmente sobre músicas desconhecidas, filmes em preto e branco, jogos indies e outros fetiches hipsters do gênero.

Sem muitas delongas – nenhuma na verdade – atendo por Chrystian Figueiredo e o que seria do ser humano sem sua capacidade única de categorizar tudo ? Carioca, uerjiano, cinéfilo, aprendiz de filósofo (sabe lá deus o que isso significa), joguinhos 16 bit, samba e synthwave, filmes p & b. Aquele que fica com o que sobrar das garrafas porque não tem o mesmo estômago.

Texto por Josuá Ventura Nobre de Araújo e Chrystian Figueiredo

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