Resenha | The Walking Dead (Season 7)

Antes de mais nada: CARALHO, PUTA QUE PARIU, AMO ESSA SÉRIE.

E ai galera, como vão? Pedro Trindade aqui e sim, eu sei que esse não é o melhor jeito de começar um texto mas se vocês viram o que eu vi sabem que esse episódio merece toda nossa euforia. Momentos calmos, cenas de ação, tiros, mortes, reviravoltas; teve de tudo que um bom season finale de The Walking Dead. Apesar de ser mais voltado ao desfecho, falaremos da sétima temporada como um todo, então vamos lá.

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Já a algum tempo a série não vem nos dando constância nos seus episódios. Temos sim um ou outro momento que nos deixa atônitos, com frio na barriga e coração acelerado mas boa parte do rumo da série tem tido mais baixos do que altos – culminando até mesmo em quedas bruscas de audiência e eventualmente de patrocinadores. Mas apesar desses empecilhos, está temporada sai por cima.

A missão de dar ao público algo de qualidade na televisão foi cumprida nesta sétima temporada desde o primeiro episódio com o “Meggie, I will find you”, passando por uma pequena montanha russa de momentos tediosos e culminando no espetacular pulo da Shiva pra salvar o menino Ricardin… digo, Carl(Chandler Riggs).

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“TEM QUE MATAR UMA DESGRAÇA DESSAS”

Temporada que nos apresentou aos Sucateadores que já mostram participação importante na adaptação de Guerra Total – cuja líder é aquela filha da puta da Milla Jovovich sem grife que apesar dos momentos de alívio cômico aparece com seriedade e frieza em cenas importantes. Por falar em frieza, que sacola roxa essa do menino Ricardo, no início da temporada até parecia que ele aceitou a condição de escravo mas ele terminou-a como o bom psicopata que é. (Nota do editor: caralho aquele combo tiro no joelho+tiro no peito foi tipo WOOOOW!!)

Menção honrosa a Sasha (Sonequa Martin-Green)que não exatamente morreu lutando. Talvez o correto seja “lutar morrendo” mas fez um grande sacrifício por Alexandria.

Passados os comentários sobre este último episódio, vamos ao que importa. Esse texto não vai ser bem como os meus pois serei frio como Carl agora; preparem-se para os pontos negativos da temporada:

Número um, monotonia: Esse é um problema já recorrente da série e acontece desde a primeira temporada. Alguns episódios que simplesmente não valem a pena serem vistos tornam incômodo ver uma produção tão amada pelo grande público ter tamanho descaso narrativo.

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Editor: Porra, eu gosto dela ❤

Número dois, Tara: Não está dando mais pra engolir Tara (Alanna Masterson). Chata, repetitiva, cliché, sem sal; adjetivos ruins não faltam para definir a personagem que desde sua primeira aparição não tem muito brilho e nem demonstra perspectiva de ter algum dia na série. (Nota do Editor²: Porra…eu gosto dela)

Número três, efeitos “especiais”: Todos lembram do veado que fez Carl levar um tiro na segunda temporada, todos lembram do zumbis muito bem feitos do início da série – aquilo não é só a equipe de maquiagem – , sendo assim, todos sabem que aquele veado desta última temporada ou os zumbis se desfazendo foram criados muito porcamente pela produção que já demonstrou capacidade de nos dar algo muito melhor.

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Número quatro, desenvolvimento das personagens: Tudo bem que pra guerra é interessante ter Carol(Melissa McBride) e o Morgan(Lennie James) doidão, mas isso quebra totalmente a evolução pessoal das personagens. Ainda há quem ache que ambos ainda estejam em uma crescente porém não sou capaz de enxergar os últimos acontecimentos desta forma. Não quando se repetem os mesmos dramas pessoais de novo e de novo…

Mas calma, calma. Nem tudo foi ruim na temporada, pelo contrário, tivemos depois de muito tempo, ponto altos . Ah, vamos aos altos:

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Número um, Andrew Lincoln: A atuação espetacular do protagonista desde o primeiro episódio foi a constatação do mesmo como um grande ator, merecedor de premiações individuais, elevando a série a um novo patamar e sendo capaz de transmitir emoções com seu papel e leva boa parte dos méritos pela boa temporada.

Número dois, Jeffrey Dean Morgan: Não foi só Andrew que destruiu na atuação, Negan foi um tremendo sucesso, além de muito engraçado, a sensação de agonia, o coração apertado que ficamos assistindo a diversos episódios provam que Jeffrey roubou os holofotes de Rick e mostrou porque é um vilão melhor que o Governador.

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Número três, Shiva: Se você conhece alguém que não se sente entusiasmado ao ver um tigre – com um CGI decente – pronto pra luta em pleno apocalipse zumbi, afaste-se imediatamente e corte quaisquer ligações com tal pessoa. Um tigre já seria espetacular no zoológico, num apocalipse zumbi então? Como não amar?

Número quatro, Guerra Total: Normalmente no fim das temporadas de TWD vemos algo que nos prende a atenção em seu retorno meses depois, aqui não foi diferente; o início de uma guerra sangrenta e que promete muito a série. Além da promessa, o início foi arrepiante. Com todos os outros pontos positivos aqui citados juntos de outros pontos positivos que ficaram de fora, foi realmente muito bom ver um final de temporada definitivo e sem um cliffhanger exagerado mas que ainda assim prende nossas expectativas pra próxima season. Excelente adaptação do arco das HQs.

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Se seguir os quadrinhos, vai ser fantástico.

Como já estamos acostumados, a espera vai ser longa e angustiante e queremos ver logo o que acontece quando o imenso grupo de Salvadores chegar a Alexandria, ou ao Reino ou a Hilltop. Queremos ver se Negan morre, se alguém importante morre, se o legado de Glenn continuará vivo, muitas coisas que talvez continuem sem resposta e que nós aguardaremos ansiosos pra saber o que acontece.

Como já de costume, não se esqueçam de curtir a página do Facebook, se inscrever no canal do YouTube e ficarem ligados pra quando sair algo novo. Vou ficando por aqui galera, obrigado por lerem mais um textão (o maior até agora), até a próxima meu povo, #pas.

Resenha por Pedro Trindade

Edição por Josuá V. Nobre

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Um comentário sobre “Resenha | The Walking Dead (Season 7)

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