Crítica | Kong: A Ilha da Caveira

Olá, galera. Tudo tranquilo? Hoje marcamos a estreia de mais um redator aqui no blog: O Matheus Oliveira. Pra quem não sabe, ele é da equipe de gravação do nosso canal no Youtube e agora resolveu bancar o escritor e contribuir aqui também :D!

Antes a equipe que era composta por mim, Chrystian Figueiredo não é o youtuber e pelo general rei delas Cleyton Oliveira, agora recebe Pedro Trindade – cujos posts estão aqui e aqui – , o Matheus e mais um redator/a que vai ter um post ainda nessa semana :D! Estamos crescendo, e desde já queremos agradecer a você, caro leitor fiel, por tirar um tempinho pra acompanhar a gente ;). Sem mais delongas, vai ai a primeira crítica do menino Ray no blog ^^.

Hoje vamos falar sobre o remake de um clássico dos filmes de monstros gigantes, Kong: A Ilha da Caveira.

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Para começar, o gênero de filmes de “monstros gigantes” não é conhecido por seus enredos profundos ou por seus personagens bem construídos. O objetivo destes filmes é única e exclusivamente entreter; o que na minha humilde opinião, conseguem – as vezes com primor. Nos últimos anos, a Warner junto com a Legendary estão investindo nesse gênero com filmes como Pacific Rim (Círculo de Fogo, 2013) e Godzilla (2014) com Kong sendo a obra mais recente do estúdio.

Considerando que Pacific Rim: Uprising e o encontro do Rei Macaco com Godzilla está para acontecer em breve, a empreitada da Warner nesse gênero, que convenhamos, está em baixa, vai continuar.

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Dirigido por Jordan Vogt-Roberts Nick Offerman(2014), Kings Of Summer(2013) e futuramente Metal Gear Solid –  estrelando Tom Hiddleston, Brie Larson e Samuel L. Jackson, o filme possui um enredo raso e personagens com motivações fracas,  apesar de consistentes. Esses aspectos foram deixados de lado com um propósito: cenas de ação. E algo que me impressionou foi que essas cenas me lembraram diversos filmes, desde a franquia O Senhor dos Anéis até 300.

Sinopse bem sucinta: Durante o fim da Guerra do Vietnã, um grupo de pesquisadores convence o governo a financiar a exploração de uma ilha recém descoberta por satélites (que tem uma tempestade eterna protegendo-a de incursões anteriores ou seja…WTF!?). O grupo, acompanhado por um escolta militar, acaba por se encontrar preso e precisa ir até o ponto de encontro combinado com a equipe de extração.

Até esse ponto, parece um filme clichê, mas o detalhe que eu mais gostei foi que o espírito de George R.R. Martin estava com os roteiristas assim como a força está com um Jedi. Você espera que boa parte das pessoas sobreviva, ou que só os figurantes pereçam na ilha que parece um inferno, certo? Mas contrariando isso, os primeiros trinta minutos estão lá para apresentar vários personagens que começam a morrer a torto e a direito, isso sem contar a quantidade de figurantes que é obliterada, claro.

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Mas ninguém se importa com os personagens, não há vínculo com a audiência!” Concordo, mas eles também não estão em situações de perigo com o intuito de deixar o espectador apreensivo; eles estão numa situação de perigo e morrem, muitas vezes sem motivo, sem conseguir ajudar o grupo em nada. E eu achei essa honestidade linda. (Nota do editor: Você é um puta sádico)

 A ilha e as criaturas são sensacionais. É perceptível que a produção queria criar um ambiente onde o filme poderia existir, e não apenas uma ilha que tem um macaco e alguns lagartos gigantes. Por mais que o filme não seja nada além das expectativas (que não estavam altas) ele consegue entreter.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O ritmo do filme é excelente, passaram duas horas e eu nem senti. Como um fã de filmes de monstros, admito que gostei do filme. Leve, com o único compromisso de re-introduzir Kong para o universo de criaturas da Warner e dessa vez, graças a Odin,  sem subir num prédio e se apaixonar por uma loira.

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  • + Cenas de ação bem construídas.
  • + Ritmo no ponto.
  • + Criaturas conceituais e bem executadas pelo CG.
  • – Atuações medíocres, desperdiçando excelentes atores.
  • – Enredo Fraco e personagens sem motivação.
  • – Conflitos mal resolvidos entre personagens que claramente têm pontos de vistas diferentes.

NOTA FINAL: 7/10 – Selo “Assistiria na Tela Quente de novo” garantido

Então é isso galera. Espero que tenham curtido essa primeira e rápida crítica minha e não se esqueçam de curtir a página do Facebook, se inscrever no canal do YouTube (aonde eu devo aparecer bem mais \o/) e ficarem ligados pra quando sair algo novo. Vou ficando por aqui então valeu, falou!

Crítica por Matheus Oliveira

Assistido em 2D (Legendado) em um cinema da rede Cinemark RJ

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Um comentário sobre “Crítica | Kong: A Ilha da Caveira

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